AH! O TEMPO DE CINDERELA!
Meus ouvidos não se cansavam de ouvir
as estórias que mamãe contava
Eu voava
Ia aos castelos de sonhos
Vestia as vestimentas encantadoras
Via a abóbora se transformando em
carruagem
Fazia uma viagem
do borralho
ao palácio encantado,
ao príncipe tão almejado,
ao baile tão esperado
E a fada madrinha com sua varinha
dançava diante de meus olhos
Eu a via compenetrada
transformando minha infância numa luminosa
estrada
sonia delsin

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